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16/09/2020 | 21h55m - Publicado por: Michele Marreira | Foto: Divulgação/Jonathan Wolpert

Filme escrito e dirigido por João Côrtes entra em festivais internacionais

Nas mãos de quem me leva marca a estreia do artista como roteirista e diretor

Filme escrito e dirigido por João Côrtes entra em festivais internacionais - Divulgação/Jonathan Wolpert

O filme Nas mãos de quem me leva, que marca a estreia do ator João Côrtes como roteirista e diretor, terá sua estreia no FIN Atlantic International Film Festival, que acontece no Canadá, este mês.

A obra foi selecionada também para a mostra paralela do 13º Los Angeles Brazilian Film Festival.

Rodado ano passado, quando o artista tinha apenas 23 anos, o proejto tem como referência o cinema francês, sueco e escandinavo, que tem um ritmo mais lento, contemplativo, e que foca nas sutilezas das relações interpessoais.

Nas mãos de quem me leva conta a vida de uma jovem mulher - Amora - e suas relações com o mundo.

Versatilidade nas artes

Ele é um rostinho conhecido por suas atividades desenvolvidas seja na atuação, na música, escrevendo, dirigindo ou apresentando algum projeto cultural. João Côrtes tem apenas 24 anos, mas já é considerado um multifacetado pelas habilidades artísticas.

Esse ruivinho carioca surgiu divertindo o público por meio de suas tiradas rápidas, em uma série de comerciais de TV, de uma famosa operadora de telefonia, em 2013.

No ano seguinte foi escalado para série Três Teresas, interpretando Lucas, no canal GNT. Em seguida, integrou trabalhos como Vai que Cola (2014), Os Experientes (2015), O Negócio (2016/18), até que, em 2016, estreou sua primeira novela na Globo, Sol Nascente, na pele de Giussepino.

“Sol Nascente foi uma experiência deliciosa. Conheci pessoas incríveis, parceiros de ofício  que levo pra vida. Se surgir a oportunidade de fazer um personagem que me interesse, que me desafie, e a história certa aparecer, eu volto com o maior prazer a atuar em outra novela”, comentou o ator em entrevista exclusiva para OFuxico.

Sétima arte o encantou

Além de atuar, nosso artista multimídia escreve e dirige com a mesma desenvoltura. O jovem, que no ano passado abriu sua própria produtora de audiovisual, é o responsável pelo curta-metragem Flush, que ele mesmo roteirizou e atuou ao lado de Nicolas Prattes.

“O Nicolas é um belíssimo ator, super profissional e dedicado. Foi uma troca muito bacana, de pura confiança e respeito. Acho que nossa cumplicidade refletiu na tela, porque ela realmente existiu”, elogiou.   

João detalhou como nasceu a paixão pela escrita:

“Eu sempre amei escrever. Desde pequeno, eu tenho uma relação íntima com as palavras. Desde que me lembro, eu gostava de escrever cartas para as pessoas, para meus pais... E a partir dos meus 12, 13 anos, eu comecei a escrever histórias, textos, crônicas, poemas, desabafos, enfim... Minha mente sempre foi muito fértil. Eu sempre senti a necessidade de expressar meus sentimentos, ideias, minhas epifanias através da escrita”, revelou o escritor que tem material de sua autoria já pronto, e outros em processo de finalização.   

“Tenho muitos curtas e textos escritos, alguns inacabados, e foi no meio de 2017 que eu resolvi escrever meu primeiro longa. Eu já queria fazer isso há um tempo. E descobri um prazer imenso, não só em escrever roteiros, mas em dirigi-los. Tem sido um processo de descoberta desse novo amor super instigante”, entregou.

Televisão

Com duas séries para lançar ainda em 2020, ele destacou os projetos e falou de suas histórias e personagens:

O Hóspede Americano (HBO)

“A série americana-brasileira O Hóspede Americano conta a história do ex-presidente americano Theodore Roosevelt e Marechal Rondon, quando ambos partiram em uma expedição no Rio da Dúvida, em Rondônia, no começo do século 20. O personagem que interpretei chama-se Thomaz Reiz. Ele foi o cinegrafista da expedição, braço direito do Marechal Candido Rondon, em 1914. Thomaz foi o responsável por todo o registro cinematográfico/documental da jornada. Todas as imagens que existem atualmente sobre essa expedição histórica, foram feitas por Thomaz. Ele era major do exército, e também um dos primeiros - se não o primeiro - documentarista do Brasil. Uma figura não muito conhecida, mas extremamente importante. Foi uma honra e um orgulho poder representá-lo em um trabalho tão marcante”, disse.

Sala dos Professores (CineBrasil TV)

“Já Sala dos Professores retrata o dia a dia de sete professores e dois diretores de uma escola particular em São Paulo, a Nova Vanguarda. Interpreto Daniel, um professor de literatura de 28 anos que acaba de ingressar no colégio. Introspectivo, romântico, sensível e levemente inseguro são algumas de suas características. Aos poucos, ele vai se enturmando com o resto dos professores e alunos, e vai passar por várias aventuras e desventuras no decorrer da série”, descreveu ele.

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