Caso Cariúcha x Danilo Bravo: Advogado da famosa entra com ação
Por Andreia Takano - 05/01/2026 - 17:20

Nesta segunda-feira, 5 de janeiro, a defesa de Cariúcha repudiou os ataques sofridos pela apresentadora nas redes sociais. No último domingo, 4, Cariúcha surgiu nas redes sociais alegando ter sido agredida. O assunto repercutiu nas redes sociais, e, segundo o advogado Diego Figueiredo, que defende a famosa, a contratada do SBT começou a ser alvo de comentários racistas.
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“É revoltante constatar que, em pleno 2026, ainda existam pessoas que se sintam à vontade para destilar ódio, preconceito e violência verbal, atacando uma mulher por sua cor de pele, religião e orientação sexual”, disse em nota.
“Esse tipo de conduta não é opinião, não é crítica e muito menos liberdade de expressão — é crime. Os ataques direcionados à Cariúcha ultrapassaram todos os limites do aceitável. São manifestações de ódio explícito, que ferem a dignidade humana, humilham, adoecem e tentam silenciar”, apontou Figueiredo, em comunicado à imprensa.
“Racismo, discriminação e injúria racial não têm espaço em uma sociedade que se diz civilizada. É fundamental deixar algo muito claro: a internet não é terra sem lei. O ambiente digital está submetido às mesmas regras que valem fora dele. Quem comete crimes online responde por eles — civil e criminalmente”, completou.
Facebook notificado
O advogado Diego Figueiredo também revelou que notificou a plataforma Facebook após identificar uma série de ataques partindo de perfis da rede social.
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“Também é importante destacar que as plataformas digitais não podem se omitir. Quando conteúdos manifestamente ilícitos permanecem no ar mesmo após denúncias formais, a responsabilidade passa a ser compartilhada. Silêncio e inércia, nesses casos, também geram consequências legais”, disse.
“Todo ataque será investigado. Cada comentário racista, cada ofensa, cada tentativa de desumanização será tratada com a seriedade que o caso exige. As medidas judiciais cabíveis já estão sendo adotadas, e outras virão, tanto na esfera cível quanto criminal”, encerrou.

























