Gloria Perez revive a dor 33 anos depois da morte de Daniella

Por - 28/12/2025 - 14:52

Daniella e Gloria PerezDaniella e Gloria Perez - Foto: Reprodução/ Xis

Gloria Perez usou as redes sociais neste domingo, 28 de dezembro, para fazer um desabafo intenso e carregado de emoção ao lembrar os 33 anos do assassinato da filha, Daniella Perez. A autora refletiu sobre a passagem do tempo diante da tragédia e destacou que, apesar dos anos, a dor permanece intacta, sem perder força.

‘Tempo não ameniza nada’, diz Gloria Perez

Na publicação, Gloria relembrou os sonhos interrompidos da atriz e a vida que ainda estava por ser vivida. O texto chamou atenção pela franqueza e pelo tom direto, que reforça o impacto permanente da perda.

“Tanta vontade de viver, tanta alegria, tantos sonhos… que vida bonita você tinha pela frente… Hoje faz 33 anos e eu repito: o tempo não ameniza nada, só passa. Assim como a dor, não ensina nada, só dói. 28/12/1992”, escreveu a autora.

A mensagem rapidamente gerou comoção e mobilizou artistas e colegas do meio artístico, que fizeram questão de deixar palavras de carinho nos comentários. Sabrina Sato resumiu o sentimento com um “Amor eterno”. Ingrid Guimarães também se manifestou: “Lembro tanto dela. Sinto muito”.

Apoio de famosos e memória preservada

Outros nomes conhecidos reforçaram o apoio à autora. Letícia Sabatella escreveu uma longa mensagem, relembrando a trajetória de Daniella e principalmente a luta de Gloria por justiça. “Linda demais! Coração , alma, talento, Inocência. Um dia de dor que marcou nossas vidas. Todo o amor a você, minha querida! Dani é para sempre, a memória da ‘Força do Amor’, da sua luta por justiça contra a inveja que a fez vítima. Da bailarina maravilhosa! A atriz verdadeira! A pessoa meiga e simples, empática , linda!”, declarou.

Relembre a morte do assassino de Daniella Perez

Heloisa Périssé, Adriane Galisteu, Dani Calabresa e Nívea Stelmann também prestaram solidariedade, reforçando como a história de Daniella segue viva na memória coletiva, mesmo após mais de três décadas. A repercussão evidencia, além disso, a relevância do caso para a televisão brasileira e para o debate sobre violência.

Crime que marcou a história da TV brasileira

Daniella Perez acabou assassinada na noite de 28 de dezembro de 1992, logo após deixar os estúdios da produtora Tycoon, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Na época, ela gravava cenas da novela “De Corpo e Alma”, que aliás era escrita por sua mãe, Gloria Perez.

Casada com o ator Raul Gazolla, a atriz sofreu 18 golpes de tesoura e desse modo, não teve chance de defesa. O corpo foi encontrado em um matagal, o que causou comoção nacional.

Criminosos condenados

As investigações apontaram Guilherme de Pádua, par romântico da atriz na trama, bem como a esposa dele, Paula Thomaz, como responsáveis pelo crime. Em janeiro de 1997, Guilherme recebeu condenação de 19 anos de prisão. Paula foi sentenciada a 18 anos e seis meses, com o crime classificado como homicídio qualificado por motivo torpe e sem chance de defesa.

Apesar das penas, Guilherme deixou a prisão em outubro de 1999, após cumprir seis anos e nove meses. Entretanto, ele morreu em novembro de 2022, vítima de um infarto. Paula também obteve liberdade condicional em 1999, em seguida formou-se em Direito, casou-se com o advogado Sérgio Peixoto, adotou o sobrenome do marido e teve uma filha. Atualmente, vive no Rio de Janeiro.

Gloria Perez usou as redes sociais neste domingo, 28 de dezembro, para fazer um desabafo intenso e carregado de emoção ao lembrar os 33 anos do assassinato da filha, Daniella Perez. A autora refletiu sobre a passagem do tempo diante da tragédia e destacou que, apesar dos anos, a dor permanece intacta, sem perder força.

Na publicação, Gloria relembrou os sonhos interrompidos da atriz e a vida que ainda estava por ser vivida. O texto chamou atenção pela franqueza e pelo tom direto, que reforça o impacto permanente da perda. “Tanta vontade de viver, tanta alegria, tantos sonhos… que vida bonita você tinha pela frente… Hoje faz 33 anos e eu repito: o tempo não ameniza nada, só passa. Assim como a dor, não ensina nada, só dói. 28/12/1992”, escreveu a autora.

A mensagem rapidamente gerou comoção e mobilizou artistas e colegas do meio artístico, que fizeram questão de deixar palavras de carinho nos comentários. Sabrina Sato resumiu o sentimento com um “Amor eterno”. Ingrid Guimarães também se manifestou: “Lembro tanto dela. Sinto muito”.

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É jornalista formada pela Universidade Gama Filho e pós-graduada em Jornalismo Cultural e Assessoria de Imprensa pela Estácio de Sá. Ela é nosso braço firme no Rio de Janeiro e integra a equipe de OFuxico desde 2003. @flaviacirino