Karina Bacchi vence ação contra ex por causa do filho. Entenda!
Por Flavia Cirino - 02/04/2026 - 08:37
Karina Bacchi - Foto: Reprodução/Instagram @karinabacchiA disputa judicial entre Karina Bacchi e o ex-marido, Amaury Nunes, ganhou um novo capítulo após decisão do Ministério Público de São Paulo. De acordo com informações divulgadas na quarta-feira, 1º de abril, o empresário foi condenado a pagar R$ 30 mil à apresentadora por mencionar o filho dela, Enrico, em uma entrevista concedida no ano passado.
Enrico é a maior inspiração de Karina Bacchi
O caso teve origem em setembro, quando Amaury participou de um podcast e abordou, ainda que sem citar nomes diretamente, a relação que construiu com o menino durante o período em que esteve casado com Karina. A declaração, no entanto, motivou a ação judicial movida pela artista, que considerou inadequada a exposição do filho.
Relação familiar vira ponto central da disputa
Amaury Nunes conviveu com Enrico desde o nascimento até os cinco anos de idade. Durante o relacionamento com Karina Bacchi, que durou cerca de quatro anos, ele chegou a receber da própria apresentadora a proposta pública de adoção da criança. Ainda assim, a dinâmica familiar mudou completamente após o divórcio, oficializado em 2022.
Briga judicial com o ex teve contorno complicados
Desde então, Karina restringiu o contato entre o ex-marido e o filho. Em paralelo, Amaury buscou na Justiça o reconhecimento da paternidade socioafetiva, argumento comum em casos nos quais há vínculo construído ao longo do tempo. Contudo, o pedido não avançou, o que intensificou o distanciamento entre ele e a criança.
Declaração em podcast motivou condenação
A entrevista que deu origem ao processo ocorreu no podcast “Parece Terapia”. Na ocasião, Amaury refletiu sobre a relação afetiva com o menino e destacou o impacto pessoal da experiência. “Independentemente do que as pessoas dizem, ou do que o mundo pode dizer, ou do que a Justiça pode dizer, no meu coração ele vai sempre ser meu filho. Então é uma questão que me fez aprender muito”, afirmou.
Além disso, em declarações anteriores, ele já havia abordado o conceito de paternidade socioafetiva. “Para a Justiça, o homem que ajudou ou ajuda a criar a criança deve ser considerado pai ‘socioafetivo’, que, perante a lei, tem as mesmas responsabilidades, obrigações e direitos de um pai ‘biológico’. Na grande maioria dos casos, o homem que ajudou a criar a criança, perante a lei, é considerado pai ‘socioafetivo’. Enrico é meu filho, é assim que sinto no meu coração. Eu o criei”, disse ao jornal O Globo.
Receba as notícias de OFuxico no seu celular!
Ainda que a fala tenha caráter pessoal, a Justiça entendeu que houve violação ao expor o tema publicamente. Dessa forma, a decisão estabelece a indenização como resposta ao episódio, que envolve não apenas questões legais, mas também aspectos emocionais e familiares delicados.
É jornalista formada pela Universidade Gama Filho e pós-graduada em Jornalismo Cultural e Assessoria de Imprensa pela Estácio de Sá. Ela é nosso braço firme no Rio de Janeiro e integra a equipe de OFuxico desde 2003. @flaviacirino

















