Ludmilla vence Marcão do Povo na Justiça e ação chega ao fim
Por Raphael Araujo - 27/03/2026 - 09:30
Ludmilla e Marcão do Povo - Reprodução/Instagram e Divulgação/SBTA disputa judicial entre Marcão do Povo e Ludmilla ganhou um novo desdobramento. A Justiça decidiu encerrar o processo movido pelo apresentador contra a cantora. A decisão saiu em 20 de março. A juíza Thaís da Silva Porto, da 1ª Vara Cível de Santana de Parnaíba, em São Paulo, extinguiu a ação sem resolução do mérito.
Ludmilla desmente Marcão do Povo sobre racismo: ‘Não foi inocentado’
Ou seja, o Judiciário não analisou o conteúdo da disputa. Marcão do Povo já enfrentava derrotas no caso. Desta vez, ele perdeu o prazo legal para apresentar o pedido principal da ação. Antes disso, ele havia solicitado uma liminar para retirar do ar um vídeo em que Ludmilla afirma que ele cometeu um ato racista contra ela.
No entanto, a Justiça negou esse pedido. Na sequência, a lei determinou que o apresentador apresentasse o pedido central em até 30 dias. Mesmo após intimação, ele não cumpriu a exigência. Assim, o processo perdeu continuidade e acabou extinto.
Ludmilla x Marcão do Povo: STJ pode reverter absolvição em caso de racismo
Apesar do revés, Marcão ainda pode recorrer da decisão. Além disso, como não houve julgamento do mérito, ele mantém a possibilidade de entrar com uma nova ação, desde que apresente corretamente o pedido principal. As informações são da coluna de Fábia Oliveira o portal Metrópoles.
Ludmilla ironizou outro processo de Marcão o Povo
Em dezembro, o embate entre os dois seguiu em outra frente. A Polícia Civil de Barueri, em São Paulo, abriu um inquérito para investigar Ludmilla após uma notícia-crime apresentada pelo jornalista. Marcão afirmou no programa “Primeiro impacto”, do SBT, que o Superior Tribunal de Justiça o inocentou das acusações de racismo movidas pela cantora.
Ludmilla reage à absolvição de Marcão do Povo e promete recorrer
Depois disso, Ludmilla publicou um vídeo em 19 de dezembro e contestou a absolvição. Em seguida, o apresentador procurou a polícia. Segundo sua defesa, o STJ o absolveu em dezembro de 2024 e manteve a decisão após recursos em 2025. Por isso, ele alegou que a artista divulgou informações falsas e questionou a decisão judicial.
De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, a notícia-crime apontou: “Tais expressões não admitem ambiguidade semântica e afastam qualquer tentativa de enquadramento como crítica genérica, configurando imputação objetiva de conduta criminosa”.
O documento também afirmou: “Mesmo ciente do histórico processual, até porque afirma expressamente que houve manobra processual, a representada (Ludmilla) opta por desqualificar a decisão judicial absolutória, imputando ao Judiciário uma suposta fraude e, ao ofendido, a prática de crime”.
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Logo após a repercussão da notícia-crime, Ludmilla reagiu nas redes sociais. No domingo, 28 de dezembro, ela comentou o pedido de retirada do vídeo com ironia: “Só no Brasil uma pessoa que chamou a outra de macaca em rede nacional pensa em abrir um inquérito criminal contra a vítima”.
Raphael Araujo Barboza é formado em Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero. OFuxico foi o primeiro lugar em que começou a trabalhar. Diariamente faz um pouco de tudo, mas tem como assuntos favoritos Super-Heróis e demais assuntos da Cultura Pop (séries, filmes, músicas) e tudo que envolva a Comunidade LGBTQIA+.





















