Maria Prata, esposa de Pedro Bial, desabafa após sofrer assalto: ‘Desabei’
Por Giovanna Prisco - 23/01/2026 - 14:00

Nesta sexta-feira, dia 23 de janeiro, Maria Prata, esposa de Pedro Bial, usou a sua conta no Instagram para fazer um desabafo sobre uma situação difícil que enfrentou.
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A jornalista postou o vídeo feito por uma câmera de segurança e contou que sofreu um assalto enquanto estava acompanhada pela filha Dora, de cinco anos de idade.
“Hoje foi comigo. Essa imagem sem som que vemos repetidamente no feed: Uma câmera de segurança, um motoqueiro de capacete e mochila de entregas, uma arma, alguém sendo assaltado na rua. Agora esse alguém era eu. Com minha caçula colada em mim. E com som, que não sai da minha cabeça. Não estava com celular na mão. Não estava dando bobeira em um lugar perigoso. Estacionei o carro em uma rua residencial (fofa, de casinhas geminadas, SP) e estava andando 20m até a casa para onde íamos”, começou ela.
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Em seguida, Maria Prata descreveu o diálogo que teve com o assaltante. “’Não se mexe, entrega tudo, cadê o iPhone?’ ‘Está na bolsa. Eu estou com uma criança, fica calmo, pode levar tudo’. ‘Mamãe, por que você está tirando sua aliança?’ ‘Qual a senha do iPhone? A senha do iPhone’. Eu dizia a senha, mas, nervoso, ele errava as teclas. ‘Repete! A senha’ ‘Eu abro o celular para você’ ‘A senha. Você é polícia?’ Ele passou a mão na minha cintura para ver se eu estava armada. Repeti a senha. Finalmente abriu. Ele revirou a bolsa, pegou meus cartões e saiu”.
Maria ainda afirmou que na hora, Dora não percebeu o que tinha acontecido. “Dora não viu a arma, não entendeu o que estava acontecendo por um motivo óbvio: Ela sequer sabe que isso acontece. Entramos na casa, fomos acolhidas por muitos amigos. Entreguei Dora para o Pedro, que estava lá, e desabei longe dela. Só ali, pelas conversas, caras e perguntas, ela sentiu o baque. Chorou, ficou com medo, ‘quero ir para casa, mamãe’. Chegou polícia, depoimento. Horas de telefonemas cancelando tudo. Dora passou o dia falando sobre isso, processando, perguntando, querendo entender o que foi aquilo, quem era aquele cara, por que ele queria o telefone, a senha, a aliança, por que isso acontece”.
Por fim, Maria afirmou que o desfecho podia ser bem pior, mas que ainda assim, é difícil se recuperar de uma situação como essa.
“São 4h da manhã, não consigo dormir. Minha cabeça é um replay sem fim de áudios e imagens de uma situação que ninguém deveria passar na vida. Nem eu, nem a Dora, nem aquele cara. Estamos bem, têm coisas muito piores, o pesadelo poderia ser outro. Mas a vida é mesmo um sopro. Um movimento errado e o desfecho poderia ser outro, como já foi com tanta gente. Passamos as férias dedicados a mostrar para nossas filhas o Brasil mais sensacional que há. Hoje, o pior do Brasil nos atropelou. A todos os amigos que nos receberam, obrigada. Em frente. Estamos vivas”, concluiu.

























