Valesca: ‘Não quero mais homem gritando gostosa para mim’
Por Redação - 15/08/2016 - 09:49
ReproduçãoSaindo um pouco do funk, que a popularizou, e caminhando para o pop, ela não pensa em apagar o "Popozuda" de seu nome artístico.
"Eu faço pop também, mas serei para sempre funkeira. Quer me chamar de MC? Me chama que eu adoro. A comunidade e o gueto nunca vão sair de mim, fazem parte da minha história. Assino Popozuda com orgulho, até porque o biótipo da brasileira é esse. A gente não tem que querer ser aquelas modelos de capa de revista. Aliás, acho uma besteira ter que ser esquálida para desfilar. Eu tenho celulite e sou superfeliz. Essas marcas ganhariam muito mais dinheiro se pensassem também nas popozudas, fazer roupas para nós mais fashion, que não sejam só coladas no corpo ou com apelo sexual".
"Maria Bethânia. Eu amo aquela voz, aquela emoção, aquela maneira teatral de cantar e dizer as palavras. A gente vive em mundos diferentes, ela é muito reservada, mas foi muito revolucionária. Quem sabe um dia possamos cantar juntas? Seria um sonho para mim. Mas também ouço muito Gal Costa e Ivete".
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