Rogério toma o poder e humilha Ferette em ‘Três Graças’

Por - 01/04/2026 - 07:15

Rogério (Eduardo Moscovis) em "Três Graças"Rogério (Eduardo Moscovis) - Foto: Reprodução/ Globo

A disputa pelo comando da fundação atinge um ponto de ebulição e muda o rumo de “Três Graças”. Rogério (Eduardo Moscovis), agora respaldado por uma decisão judicial, organiza um grupo determinado e parte para o confronto direto. Assim, ele transforma o embate em um espetáculo de tensão e virada estratégica, enquanto Ferette (Murilo Benício) tenta sustentar a própria autoridade diante da pressão crescente.

Gerluce tem virada surpreendente

Logo no início, a sala da presidência deixa de ser território seguro. Rogério entra acompanhado por Zenilda (Andréia Horta), Lígia (Dira Paes), Leonardo (Pedro Novaes), Lorena (Alanis Guillen), Joélly (Alana Cabral), Raul (Paulo Mendes), José Maria (Túlio Starling) e Josefa (Arlete Salles). A presença do grupo, por si só, altera o equilíbrio de forças e impõe um novo ritmo à cena.

Diante da invasão, Ferette reage com desdém e ironia. Ele chama o grupo de “incrível exército de Brancaleone”, na tentativa de minimizar o impacto. No entanto, Rogério responde com firmeza e apresenta a liminar que o recoloca no comando. “A partir de hoje, o dono dessa cadeira aí… Sou eu!”, afirma, sem abrir espaço para contestação.

Liminar muda o jogo e enfraquece Arminda

Enquanto a tensão cresce, Zenilda assume papel decisivo ao explicar que a volta oficial de Rogério invalida os poderes de Arminda (Grazi Massafera). Dessa forma, o argumento técnico reforça a ofensiva e desmonta a base jurídica dos adversários. Ao mesmo tempo, o grupo não economiza provocações, o que intensifica o constrangimento.

Raul fica prestes a recuperar a filha

Lígia, movida pela revolta, dispara: “Se Deus e santa Rita de Cássia permitirem, ainda vão apodrecer na cadeia!”. Em seguida, Josefa amplia o tom de deboche e ironiza a situação da própria filha e de Ferette. “Agora o rei e a rainha estão nus!”, diz, entre risadas, enquanto observa o desespero crescente.

Além disso, Ferette enfrenta um de seus conhecidos episódios de engasgo, o que abre espaço para mais provocações. Rogério não perde a chance e reage: “Seu truque do engasgo eu já conheço… Você está querendo é ganhar tempo!”. Assim, a cena ganha contornos ainda mais ácidos.

Expulsão sob vaias e gesto simbólico marcam o clímax

O momento mais intenso ocorre quando Ferette e Arminda deixam a sala sob vaias. A saída, marcada por humilhação pública, consolida a vitória de Rogério e evidencia a mudança de poder. Lorena, então, ironiza o desfecho: “Recebam o nosso carinho!”.

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Antes de assumir a cadeira da presidência, Rogério presencia um gesto simbólico que sintetiza o espírito da virada. Josefa borrifa álcool no assento e dispara: “Vamos matar o vírus da safadeza antes!”. Com isso, a cena encerra com forte impacto visual e narrativo, além de preparar novos desdobramentos na disputa pelo controle da fundação.

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É jornalista formada pela Universidade Gama Filho e pós-graduada em Jornalismo Cultural e Assessoria de Imprensa pela Estácio de Sá. Ela é nosso braço firme no Rio de Janeiro e integra a equipe de OFuxico desde 2003. @flaviacirino