Nathy Rocha revela bastidores de ‘Ilhados com a Sogra’
Por Flavia Cirino - 16/12/2025 - 12:18

Nathy Rocha decidiu abrir o jogo sobre uma das fases menos conhecidas de “Ilhados com a Sogra” e chamou atenção ao revelar curiosidades sobre o bunker do reality.
A influenciadora respondeu a dúvidas frequentes dos seguidores e apresentou detalhes da rotina longe da ilha, mostrando como o confinamento fora das provas também exigiu adaptação física e mental.
A experiência, segundo ela, trouxe contrastes claros em relação ao período vivido na praia. Enquanto o público costuma associar o programa apenas às dificuldades da ilha, o bunker funcionou com regras próprias, dinâmica distinta e uma organização que surpreendeu os participantes. Ao falar sobre o tema, Nathy contextualizou a vivência e explicou por que essa etapa marcou tanto sua trajetória no reality.
“Vocês me perguntaram e eu resolvi contar algumas curiosidades sobre a minha experiência dentro do bunker do Ilhados.”
Alimentação regrada e rotina diferente
Entre os pontos que mais chamaram atenção, a alimentação apareceu como destaque. De acordo com Nathy, a principal diferença entre os dois ambientes envolveu justamente as refeições. Enquanto os confinados da ilha precisavam cozinhar, no bunker a produção entregava os pratos prontos.
“Lá na ilha eles cozinhavam. No bunker, não. A gente recebia a comida pronta. Foi uma das melhores fases da minha vida, porque eu me alimentava muito bem”, relatou.
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Além disso, ela ressaltou a qualidade do cardápio oferecido diariamente. “Era tudo saudável. A gente recebia café da manhã, almoço e jantar”. A organização seguia critérios nutricionais bem definidos, o que acabou influenciando diretamente o bem-estar dos participantes durante o confinamento.
Segundo a influenciadora, os horários das refeições seguiam uma lógica rigorosa. “Tudo acontecia em horário certinho, com proteína, carboidrato, legumes e verduras”. Ainda assim, a falta de escolha gerava situações curiosas entre os confinados. “Era engraçado, porque todo mundo acabava trocando comida. A gente não podia escolher o que vinha”, contou, ao lembrar das negociações improvisadas entre os participantes.
Tempo virou mistério no confinamento
Outro aspecto marcante do bunker envolveu a completa perda de noção do tempo. Sem acesso a relógios, celulares ou qualquer contato externo, os participantes precisavam criar referências próprias para organizar o dia. Nesse cenário, as refeições se tornaram o principal indicador de horário.
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“A gente não tinha noção de horário. O almoço dava uma ideia, algo entre meio-dia e uma da tarde”, explicou Nathy. Ainda assim, essa percepção nem sempre correspondia à realidade. O café da manhã também gerava expectativas específicas entre os confinados. “No café da manhã, a sensação era de que a bebida ia chegar bem cedo”, relatou.
Essa ausência de referências temporais influenciou diretamente o psicológico dos participantes, que passaram a viver em função da rotina imposta pela produção. Para Nathy Rocha, o bunker revelou uma faceta menos óbvia do reality, mostrando que o confinamento vai além das provas exibidas na tela e envolve detalhes cotidianos que impactam profundamente quem participa.
É jornalista formada pela Universidade Gama Filho e pós-graduada em Jornalismo Cultural e Assessoria de Imprensa pela Estácio de Sá. Ela é nosso braço firme no Rio de Janeiro e integra a equipe de OFuxico desde 2003. @flaviacirino

























