Cleo lança o clipe de ‘Inferno’. Assista!

Por - 27/10/23

Cleo clipe Inferno

Após disponibilizar nas plataformas musicais as dez faixas do álbum ‘Dark Pop”, o primeiro da sua carreira musical, Cleo lançou o videoclipe da música “Inferno”. O lançamento é o primeiro de uma série de oito clipes que serão divulgados pela artista nos próximos meses, sendo um lançamento por semana. Os oitos clipes estão conectados e contam uma história. Duas faixas do álbum, “Tormento” e “Todo Mundo Que Amei Já Me Fez Chorar”, já têm registros audiovisuais disponíveis no Youtube da cantora.

Com direção criativa de Felipe Ribeiro, o videoclipe de “Inferno” mostra Cleo imersa em um labirinto no qual a artista é obrigada a enfrentar uma enxurrada de memórias e imagens – algumas dolorosas, outras edificantes – que moldaram sua identidade e carreira. Cada momento, nesse labirinto, serve como um espelho, refletindo não apenas o que ela viveu e superou, mas também a desafia a lidar com as realidades distorcidas e inconfessáveis do mundo externo para com ela e de seu inconsciente.

O clipe é o primeiro dos oito que serão lançados e estabelece o início de uma odisséia emocional, por meio de símbolos e signos que são revelados ao longo dessa trajetória e nos demais clipes que serão divulgados, onde passado, presente e futuro colidem, forçando Cleo a enfrentar e, eventualmente, aceitar todas as facetas de si mesma.

“Inferno” é a música que abre o álbum “Dark Pop”. A faixa apresenta influências do Pop e Hip-Hop e fala sobre o inferno de cada um, que pode estar na própria mente e nos relacionamentos abusivos. A deslegitimação da figura feminina nos mais diversos âmbitos cria esse ambiente infernal e esse costume com a dor e a pressão. Todo esse caos é refletido em um arranjo denso, desconcertante e, ao mesmo tempo, viciante. A música utiliza sample de “Ardendo Assopra” de Tati Quebra Barraco.

Cleo deu o start na música em 2017 com a trilha sonora “Take Me”, feita especialmente para o seu site oficial, e se juntou ao produtor Guto Guerra para gravar composições, entre elas algumas de sua autoria. Ainda em 2017, ela lançou o seu primeiro EP, “Jungle Kid”, que possui cinco faixas – três em inglês e duas em português. Mais tarde, lançou o clipe da faixa homônima do álbum, que tem a direção do film maker Jacques Dequeker e o clipe de ‘Bandida’. O EP foi um grande sucesso nas plataformas digitais, tendo mais de 2 milhões de reproduções, levando Cleo a ser capa da playlist “Pop Brasil”, do Spotify, e atingiu a playlist 50 Virais do Mundo (com a faixa “Bandida”) e 50 Virais do Brasil (com os hits “Jungle Kid” e “Bandida”).

Logo após o lançamento do primeiro EP, Cleo fez uma parceria de sucesso com a cantora Alice Caymmi em um remix da música “Sozinha”. Em 2018, ela lançou o seu segundo EP intitulado “Melhor Que Eu”. No ano seguinte, em 2019, ela fez uma parceria musical com a cantora Pocah com o single “Queima”. No final de 2021, a cantora apresentou ao público o single “Tormento”, parceria musical com Karol Conká e AZZY. Outro trabalho musical da artista foi a produção do álbum “Me Tira da Mira”, trilha sonora do filme homônimo protagonizado por Cleo. Em 2022, a cantora participou da música “bom ator” do Number Teddie e foi convidada do jovem para dividir o palco com ele no Rock in Rio. No mesmo ano, a multiartista lançou o single “Todo Mundo Que Amei Já Me Fez Chorar” acompanhado de um videoclipe.

Dark Pop

No álbum visual, Cleo propõe uma reflexão sobre relações abusivas, amor-próprio e fala da descoberta de uma força interna que pode nos fazer enxergar outras perspectivas em situações difíceis. Imerso em uma sonoridade pop e mostrando toda a sua versatilidade artística, o álbum tem um toque de rock, trap, fado e disco. No projeto, Cleo procurou reunir referências e sonoridades que gosta de ouvir.

Os lançamentos do álbum começaram em 22 de setembro e nas últimas semanas Cleo divulgou, semanalmente, três faixas do disco. E no último dia 13 de outubro, o projeto chegou na íntegra nas plataformas. Ao todo, o projeto tem 10 faixas e conta com as participações especiais de Johnny Hooker, King, Chameleo, Azzy e Karol Conká.

Jornalista desde 2000, iniciou a carreira como redatora do site OFuxico em 2002. Anos mais tarde, trabalhou como editora no site Famosidades (MSN), tendo passagem ainda como repórter na Quem, jornal Agora S. Paulo (Folha de S. Paulo), R7 e retornou em 2015 como editora do site OFuxico.