Jaquelline relata transformação após missão na África

Por - 23/04/2026 - 10:19

Jaquelline em ação humanitária na ÁfricaJaquelline em ação humanitária na África - Foto: Reprodução/Instagram @jaquelline

Depois de dias marcados por tensão, desgaste e emoção, Jaquelline encerrou sua missão em Moçambique dizendo ter voltado transformada. A experiência, segundo a influenciadora, ultrapassou o trabalho voluntário e provocou uma mudança profunda na forma como enxerga a vida, a família e o valor das coisas simples.

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Logo na chegada ao país africano, a viagem começou com obstáculos. Questões ligadas à documentação fizeram o grupo enfrentar mais de oito horas na imigração e, somando voos e deslocamentos, todos passaram quase 24 horas sem dormir. Ainda assim, Jaquelline fez questão de destacar a recepção acolhedora e minimizou o perrengue diante do propósito maior da jornada: ajudar.

Jaquelline e crianças na África
Reprodução/Instagram @jaquelline

Missão antiga virou realidade

O desejo de viver uma experiência humanitária na África, aliás, não era novo. Natural de Rolim de Moura, em Rondônia, Jaquelline já participava de ações sociais no Brasil e viu no convite de Rosy Pires, fundadora de uma ONG missionária em Moçambique, a chance de concretizar um sonho antigo. Dessa vez, decidiu também usar a própria visibilidade para ampliar doações e lançar luz sobre a realidade local.

Ao longo dos dias, compartilhou relatos de impacto e aprendizado. “Foram 20 dias que, sem dúvidas, transformaram a minha vida”, resumiu. Segundo ela, o contato direto com carências ligadas à saúde, alimentação, educação e infraestrutura trouxe um choque de realidade e, ao mesmo tempo, reforçou seu senso de gratidão.

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Na cidade da Beira, Jaquelline participou da entrega de alimentos, cestas básicas e refeições, além de acompanhar ações em uma creche mantida pelo projeto. Com apoio de médicos brasileiros, a missão também ofereceu atendimento para cerca de 300 crianças.

Mais do que uma viagem solidária, a experiência parece ter reposicionado prioridades. Depois de ações recentes em comunidades brasileiras, como na Ilha do Marajó, a influenciadora afirma que saiu da África diferente de como chegou. E com o desejo de seguir ampliando esse trabalho.

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É jornalista formada pela Universidade Gama Filho e pós-graduada em Jornalismo Cultural e Assessoria de Imprensa pela Estácio de Sá. Ela é nosso braço firme no Rio de Janeiro e integra a equipe de OFuxico desde 2003. @flaviacirino