Sheron Menezzes rebate Giovanna Ewbank sobre empoderamento

Por - 09/12/23 às 22:00

sheron menezzes no podcast quem pode, podFoto: Reprodução/Youtube/Canal GIOH

Sheron Menezzes com certeza foi um dos destaques do ano na televisão brasileira, afinal, ela interpretou Sol, a protagonista de “Vai na Fé”, da TV Globo, novela das 19h da emissora deste ano que rendeu ótimos indicies de audiência e se equiparou ao horário nobre.

Com um sucesso ainda maior, a atriz participou do podcast “Quem pode, pod”, apresentado por Giovanna Ewbank e Fernanda Paes Leme, e em dado momento, a artista relembrou quando foi a primeira princesa do Garota Verão Porto Alegre e a primeira princesa do Garota Verão do Rio Grande do Sul em 2000.

A loira então comentou: “Esses concursos devem ter te ajudado muito na sua autoestima que hoje…”. Sheron rebateu: “Quem me ajudou a ter autoestima foi minha mãe mesmo. Fui criada para me amar. Ela sempre falava: ‘Olha seu cabelo, sua cor, seu nariz…’”.

“Fui criada em uma bolha de se amar, se gostar. Me falavam: ‘Seu cabelo parece a Tina Turner’. Falavam como xingamento, mas eu achava lindo ser igual a Tina Turner. Você não precisa empoderar uma criança que cresce com autoestima”, completou Menezzes. “Que trabalho lindo sua mãe fez”, apontou Giovanna Ewbank.

Aborto espontâneo

No mesmo podcast, Sheron Menezzes relembrou um assunto delicado: ela chegou a sofrer um aborto espontâneo: “Eu tentei (engravidar) pouco, porque quando eu decidi parar o anticoncepcional, eu engravidei no outro mês. Perdi esse com três meses”.

“O pior de você perder um neném é você ter que consolar o outro quando você vai dizer que perdeu. A pessoa fica: ‘Ai, meu Deus!’, e você tendo que falar que está bem porque cada uma lida de uma maneira. Foi muito difícil para mim? Foi, mas eu acho que eu tinha que passar por isso, por aquele momento, como casal, a gente tinha que passar por aquilo”, avaliou a artista.

“A gente se tornou um casal muito mais unido. A segunda gravidez, que foi seis meses depois, ela veio com outra energia. […] Você se sente um pouco menos culpada [ao descobrir que é comum]”, assimilou ela, lembrando a própria experiência.

“Quando eu senti que não tinha nada, eu falei: ‘O que eu fiz? Eu fui malhar? O que eu comi?’ Você acha que a culpa é sua! E, sim, eu fui no outro dia fazer a ultra e, realmente, o coração tinha parado. Eu fiz curetagem, eu tive que tirar, ele não saiu. É agressivo! É agressivo pra caramba!”, concluiu Sheron Menezzes.

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Raphael Araujo Barboza é formado em Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero. OFuxico foi o primeiro lugar em que começou a trabalhar. Diariamente faz um pouco de tudo, mas tem como assuntos favoritos Super-Heróis e demais assuntos da Cultura Pop (séries, filmes, músicas) e tudo que envolva a Comunidade LGBTQIA+.


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