No Limite às 16:55

No Limite: Gleici revela para quem vai sua torcida e os maiores desafios

Gleici Damasceno posa para foto

Gleici Damasceno posa para foto (Globo/Fabio Rocha)

Na noite da última terça-feira, 15 de junho, Gleici foi a eliminada do “No Limite”, da Globo, e complicou ainda mais a vida da tribo Calango, que agora está com dois participantes a menos para continuar na disputa.

Na ‘Prova da Imunidade’, Gleici foi a escolhida para guiar os outros integrantes do grupo que, vendados, precisaram encarar os obstáculos de um circuito e encher baldes com areia. No entanto, a estratégia não deu certo e eles sofreram a primeira derrota, perdendo recados da família e mantimentos para a tribo.

Mostrando que a sorte não estava com eles, a tribo Calango também foi derrotada na ‘Prova da Imunidade’, que exigiu muita força e pontaria.

Jéssica e Kaysar tinham segurar os cestos enquanto André, Carol Peixinho e Gleici precisavam arremessar os cocos nos cestos da tribo Carcará. Porém, Gleici não acertou nenhum coco.

No portal, ela não escapou da eliminação. “Queria muito ter ido mais longe. Eu fui bem em todas as provas, mas nessas duas, fui mal. Fiquei com aquele sentimento de querer dar a vida nas próximas”, disse ao site oficial do No Limite.

Avaliando os momentos mais complicados, Gleici não achou que a fome era um problema, mas teve algo que tirava sua paz. “Os mosquitos eram a pior coisa, a minha vida seria 90% melhor sem eles ali. E aquela noite de frio. Não foi normal, os meus ossos doíam tanto. Foi um momento para apagar da história. Eu e Kaysar nos abraçamos para tentar nos aquecer”, lembrou.

Fora do jogo, Gleici foi elogiada por André Marques e contou que já sabe para quem vai sua torcida aqui fora.

“Para o Kaysar e para a Elana. A Elana é muito minha amiga, é quase uma irmã. Não teria como torcer para outra pessoa. Mas, se ela for eliminada, minha torcida vai para o Kaysar”, finalizou.

Veja a entrevista de Gleici após a eliminação!

Por que você topou participar do ‘No Limite’?

“Eu sou muito competitiva e sempre gostei de jogar. Sempre gostei de atividades em grupo e gincanas. Quando me convidaram, me senti desafiada. Foi uma questão pessoal, de superação. Queria muito ter ido mais longe. Eu fui bem em todas as provas, mas nessas duas, fui mal. Fiquei com aquele sentimento de querer dar a vida nas próximas. Não cheguei ao meu limite”.

Como você avalia a sua participação? Quais foram seus pontos fortes e fracos?

“Eu dei o meu máximo em tudo. Até mesmo na última prova, que eu estava muito cansada correndo com aqueles cocos para lá e para cá, eu fui até onde eu podia. Eu era muito focada e concentrada, era meu ponto forte. Por outro lado, meu ponto fraco era falar demais. Eu gostava muito de discutir prova”.

Qual foi o momento que mais te fez vibrar? E o maior perrengue, era a comida?

“O que mais me fez vibrar foi a prova do cadeado, com certeza. Eu senti uma emoção muito louca. Foi uma prova que ninguém esperava mais que a gente conseguisse ganhar. Quando aquele balão estourou em mim, eu não acreditei que seria minha essa responsabilidade. E a gente virou o jogo! Todo mundo vibrou. Sobre os perrengues, a fome não era um problema para mim, eu como pouco. Os mosquitos eram a pior coisa, a minha vida seria 90% melhor sem eles ali. E aquela noite de frio. Não foi normal, os meus ossos doíam tanto. Foi um momento para apagar da história. Eu e Kaysar nos abraçamos para tentar nos aquecer”.

Com a sua saída, a tribo Carcará aumenta a vantagem, com dois jogadores a mais que a Calango. Qual recado você deixa para a sua tribo?

“O grupo precisa ser mais estrategista, conversar mais. Às vezes, eu ficava com muito medo de dar uma ideia, as pessoas interpretarem mal e acabar levando voto no portal. Acho que isso não precisava acontecer, a gente tinha que se alinhar mais enquanto equipe, dialogar mais. Na hora das provas a gente tinha muitas ideias, mas nunca chegávamos num ponto final. Falta achar a estratégia correta”.

“No Limite” vai ao ar às terças, após ‘Império’, na Globo.