Da prisão, Danny Masterson liga todas as noites para a filha

Por - 05/02/24

Danny Masterson com a esposa Bijou Phillips

Danny Masterson, ator da extinta série “That ’70s Show”, continua em contato com a filha Fianna, de nove anos, apesar de ter sido condenado a 30 anos de prisão por estuprar duas ex-namoradas há 20 anos.

A ex-mulher do ator, Bijou Phillips, afirmou em entrevista ao programa “E!News” que está bem durante a prisão de Danny, embora reconheça que é muito difícil a vida sem ele.

Depois que Masterson foi condenado, Bijou também deixou a Igreja da Cientologia após pedir o divórcio.

Durante sua aparição na festa do Grammy da fundação Janie’s Fund no domingo, 4 de fevereiro, Phillips disse que ‘está indo bem’ e assegurou que ela e a filha formam uma “grande equipe”.

Contudo, a atriz revelou que Danny mantém contato com a menina, todas as noites.

Ela disse: “Danny é um pai incrível. Nossa filha e eu estamos com o coração partido por ele não estar em casa conosco.”

Ela continuou: “Tem sido muito difícil sem ele aqui. Mesmo que ele esteja agora na prisão, ele liga para ela todos os dias. Ele a ajuda com o dever de casa todas as noites.”

Prisão de Segurança Máxima

Na semana passada, Masterson foi transferido da Prisão Estadual de North Kern para a Prisão Estadual de Corcoran, na Califórnia, em 29 de janeiro.

Fontes disseram ao site “Deadline” que o ator de 47 anos está detido na unidade de mais alto nível de segurança da prisão somente para homens, em parte para sua própria proteção.

Por conseguinte, seu arquivo diz que ele não poderá pedir liberdade condicional até 2042, desde que fique longe de problemas.

Anteriormente Masterson teve sua fiança negada quando, depois que a juíza do Tribunal Superior de Los Angeles, Charlaine F. Olmedo, afirmou que ele poderia escapar.

Seus advogados disseram: “O réu solicita que este Tribunal conceda fiança em recurso”

“Ele se oferece para cumprir quaisquer termos e condições relevantes que lhe permitam ser um pai em casa e provedor financeiro para sua família.”

Insistiram: “Incluindo prisão domiciliar e/ou participação em um programa de monitoramento eletrônico administrado pelo departamento de liberdade condicional.”

Eles argumentaram que ele possuía “ausência de periculosidade” e não representaria risco de fuga, alegando que agora tinham “extensas provas de defesa que não foram apresentadas ao júri”.

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Formada em Ciencias de la Comunicación (México), louca por gatos e fascinada com o mundo dos famosos. Feliz de ser parte do OFuxico desde 2000.