Juliette sobe ao palco após polêmica de plágio e avisa: ‘Tenho muito para fazer aqui’

Por - 21/10/23 às 11:20

Juliette Freire no Circo VoadorJuliette Freire no Circo Voador - Foto: Thiago Mattos / Brazil News; Victor Chapetta / Agnews

Depois de ser detonada por uma acusação de plágio, Juliette voltou aos palcos no Circo Voador, no Rio de Janeiro. A cantora está rodando o país com a turnê “Ciclone”, que mistura R&B, piseiro e afrobeat.

A paraibana escolheu um collant vermelho e ousou no batom de mesma cor, provando que não se deixou abalar pelas críticas da última semana. Ao lado de Duda Beat, ela lançou a música “Magia Amarela” para uma campanha publicitária, mas o projeto logo foi apontado como plágio de “AmarElo”, de Emicida.

O irmão do rapper, Evandro Fióti, acusou a dupla de copiar a ideologia por trás do disco de Emicida, que ganhou um Grammy. Com isso, as cantoras foram detonadas nas redes sociais e decidiram se pronunciar, apontando que foram contratadas pela marca. 

A ex-BBB foi ovacionada pelos fãs, que demonstraram seu apoio durante o momento de críticas. Juliette se emocionou e agradeceu pelo carinho.

“Sem vocês eu já tinha ido embora pra minha casa, pra minha Paraíba, mas eu ainda tenho muita coisa pra fazer aqui”, disse a artista.

https://twitter.com/jusuica/status/1715696802282733661

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Pronunciamento sobre plágio

A campeã do “BBB21”, TV Globo, surgiu nas redes sociais para falar pela 1ª vez sobre o assunto. Juliette disse que já conversou com a dupla e a situação está resolvida: “Eu preciso conversar algumas coisas com vocês. A primeira dela é sobre o que aconteceu ontem na campanha publicitária, que vocês já viram em vários lugares. Eu coloquei um resumo aqui, se é que é possível resumir, mas quero reforçar aqui. Tudo foi entendido, conversado, eu conversei pessoalmente e com todo o respeito do mundo, com a Emicida, com o Fióti. Enfim, não há lados opostos, não há intenção nenhuma, nem deles, nem minha, nem de ninguém, que pessoas sejam machucadas, que tenham essa energia aí, que não é legal. Enfim, tá tudo bem, tudo tranquilo, ok?”.

Então, seguiu refletindo sobre as críticas da web: “Depois de tudo esclarecido, começou o tribunal da internet, que acontece sete dias por semana, 24 horas por dia. Tem alguns poucos juízes que se auto-intitulam juízes e eles determinam quem é artista, quem não é, o que é arte, quem não é, quem é bom, quem não é. Escolhem a cabeça da vez e fazem acusações. Nesse caso, me acusaram de, já que a cabeça era minha, me acusaram de que os meus trabalhos tinham plágio. Vamos lá. Primeiro que, já que vocês sabem de tudo, eu espero que vocês entendam as características de um plágio e que isso é crime e que imputação de crime também é crime”.

“Não acreditem no que vocês veem na internet. São tantos interesses por trás de tudo, há tanta manipulação, vocês não têm noção. Uma coisa é repetida várias vezes para que você coloque isso na sua cabeça. Não é verdade, não acreditem. Antes eu imaginava que era assim, agora eu tenho certeza. Há três anos eu vivo isso de perto. Mas enfim, voltando ao tribunal. Há uma diferença entre referências e inspirações que está aí para todo mundo, é de domínio público. E plágio”, explicou.


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