Dulce Maria lamenta morte de fã de Taylor Swift

Por - 22/11/23 às 17:00

Dulce Maria e Ana Clara Benevides, fã morta de Taylor SwiftFotos: Reprodução/Instagram

Após uma série de shows do RBD no Brasil, Dulce María já deixou o país, mas fez questão de comentar a morte de Ana Clara Benevides, fã brasileira de Taylor Swift que morreu durante o show da cantora na semana passada.

“É algo terrível, que não há palavras, nós já passamos por isso e é a coisa mais horrível que pode te acontecer. Graças a Deus, por causa da experiência que tivemos, cobrimos essa parte com segurança, porque não queríamos que isso acontecesse novamente, mas é lamentável e, felizmente, medidas foram tomadas”, disse a ruiva, que está no México para as últimas apresentações da “Soy Rebelde Tour”. 

A cantora se referiu a um episódio que aconteceu em 2006. Durante uma passagem pelo Brasil, três pessoas morreram após um tumulto no pocket show que promovia o disco “Rebelde” no estacionamento de um shopping em São Paulo. 

Na ocasião, os integrantes do grupo se mostraram devastados com a tragédia e deram entrevistas lamentando o ocorrido. Além disso, eles prestaram homenagens aos fãs mortos em um DVD. 

Já Taylor Swift vem sendo criticada pela falta de atitudes diante da morte da fã na “The Eras Tour”. A artista emitiu um comunicado em que disse estar com o “coração partido” por ter perdido uma fã. No entanto, ela adiantou que não falaria sobre o assunto no palco e, conforme a família de Ana Clara indiciou, não houve contato da cantora com os familiares.

Morte de Ana Benevides

O assunto que dominou o final de semana foi a passagem de Taylor Swift pelo Brasil. Desde que pisou por aqui, a voz de “Cruel Summer” acabou gerando todo tipo de acontecimento: desde uma homenagem no Cristo Redentor até uma triste morte de uma fã no Rio de Janeiro na primeira noite da “The Eras Tour”, a jovem de 23 anos, Ana Clara Benevides.

Um laudo médico apontou que a fã sofreu pequenas hemorragias, como apontou o IML do Rio de Janeiro. Os exames toxicológicos e histopatológicos com previsão de 30 dias de espera. O laudo foi emitido e divulgado pela CNN na tarde de ontem, dia 21 de novembro.

Durante a exibição do resultado no jornal, a delegada responsável pelo caso explicou algumas causas para que a hemorragia interna fosse possível, apontando as fortes ondas de calor juntamente com a desidratação como um fator primário, mas que não se pode dizer com 100% de certeza que foi o calor, já que ainda faltam dois exames para serem liberados:

“Calor, insolação e desidratação são alguns desses fatores, mas sem o resultado dos exames, não temos como afirmar que seja isso. Agora é prematuro afirmar que a Ana Clara morreu por hipertermia (excesso de calor). Se tudo der negativo, poderemos chegar à conclusão de que foi por causa do calor”.


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